As técnicas regenerativas vêm ganhando cada vez mais espaço na cirurgia plástica, e, como destaca o médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, o NanoFat se tornou uma alternativa importante para melhorar a qualidade da pele e auxiliar na recuperação de tecidos. Se você quer entender como essa técnica funciona e em quais situações ela pode ser indicada, vale continuar a leitura para conhecer seus principais benefícios e limitações.
Confira todas as informações a seguir!
O que é NanoFat e como ele é obtido?
O NanoFat é um tipo de gordura autóloga, ou seja, retirada do próprio paciente, que passa por um processo específico de filtragem e emulsificação até atingir uma consistência mais líquida. Diferente da gordura usada para dar volume, o objetivo aqui não é preencher, mas estimular a regeneração dos tecidos.
Esse processamento permite concentrar componentes biológicos presentes na gordura que contribuem para a melhora da pele, da textura e da cicatrização. Segundo Milton Seigi Hayashi, por ser um material do próprio organismo, o risco de rejeição é reduzido, o que torna a técnica bastante segura quando bem indicada e corretamente executada.
NanoFat, microfat e enxertia de gordura: quais são as diferenças?
É comum que os pacientes confundam essas técnicas, já que todas utilizam gordura do próprio corpo. A principal diferença está no objetivo de cada uma. A enxertia de gordura tradicional e o microfat são usados principalmente para restaurar ou aumentar volume em áreas como rosto, glúteos e mamas.

O NanoFat, por sua vez, tem foco regenerativo. Ele não promove aumento significativo de volume, mas melhora aspectos como elasticidade, luminosidade da pele e qualidade do tecido. Essa distinção é fundamental para alinhar expectativas e escolher a técnica mais adequada para cada caso.
Em quais situações o NanoFat costuma ser indicado?
O uso do NanoFat é mais frequente em áreas onde a qualidade da pele é uma preocupação maior do que a perda de volume. Regiões como pálpebras, olheiras, face, pescoço e áreas com cicatrizes podem se beneficiar do estímulo regenerativo promovido pela técnica, informa Milton Seigi Hayashi.
Além disso, ele pode ser utilizado como complemento em alguns procedimentos cirúrgicos, ajudando na recuperação dos tecidos e na melhora do resultado estético final. A avaliação individual é indispensável para definir se o NanoFat é realmente a melhor opção ou se outras abordagens podem trazer benefícios mais adequados.
Benefícios esperados e resultados mais comuns
Entre os principais benefícios relatados estão a melhora da textura da pele, aumento da hidratação natural, suavização de linhas finas e aspecto mais saudável da região tratada. Em cicatrizes, pode contribuir para uma aparência mais uniforme e flexível da pele.
É importante destacar que os resultados são progressivos e não imediatos, já que envolvem processos biológicos de regeneração. Conforme frisa o médico cirurgião, Milton Seigi Hayashi, o paciente deve compreender que o efeito não é comparável ao de um preenchimento, mas sim a uma melhora gradual da qualidade da pele.
Limites da técnica e expectativas realistas
Apesar dos bons resultados, o NanoFat não substitui cirurgias nem tratamentos indicados para correção de flacidez intensa ou grandes volumes perdidos. Ele também não elimina rugas profundas nem corrige alterações estruturais da face.
Por isso, alinhar expectativas é parte essencial da consulta, isso porque, conforme explica Milton Seigi Hayashi, quando o paciente entende exatamente o que a técnica pode oferecer, a satisfação com o resultado tende a ser muito maior e o tratamento se torna mais assertivo.
Segurança e recuperação após o procedimento
Como envolve retirada de gordura, o NanoFat requer uma pequena área doadora, geralmente com anestesia local ou associada a outros procedimentos cirúrgicos. A recuperação costuma ser tranquila, com inchaço leve e desconforto temporário tanto na área tratada quanto na área de retirada da gordura.
Os cuidados pós-procedimento seguem orientações semelhantes às de outras intervenções minimamente invasivas, como evitar exposição solar intensa e seguir corretamente as recomendações médicas. Milton Seigi Hayashi alude que o acompanhamento adequado é essencial para avaliar a evolução do resultado e garantir a segurança do paciente.
A estética regenerativa como tendência na cirurgia plástica
O crescimento do interesse por técnicas regenerativas reflete uma busca por resultados mais naturais e por abordagens que melhorem a qualidade da pele, e não apenas a aparência imediata. O NanoFat se encaixa nesse movimento, oferecendo uma alternativa que trabalha com os próprios recursos biológicos do organismo.
Assim como evidencia o médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, esse tipo de abordagem amplia as possibilidades de tratamento e permite personalizar ainda mais os planos cirúrgicos e estéticos, considerando não só o formato, mas também a saúde e a vitalidade dos tecidos.
Quando o NanoFat pode ser combinado com outros procedimentos?
Em alguns casos, o NanoFat pode ser associado a cirurgias faciais, blefaroplastias ou outros tratamentos estéticos, funcionando como um complemento para melhorar a qualidade da pele na área operada. Essa combinação pode contribuir para resultados mais harmoniosos e duradouros.
No entanto, essa decisão depende de diversos fatores, como idade, condições da pele, histórico de saúde e objetivos do paciente. Com isso, apenas uma avaliação detalhada permite definir se a associação de técnicas é indicada e segura.
A importância da avaliação individualizada
Cada paciente apresenta necessidades diferentes, e não existe um procedimento universal que atenda a todos os casos. A indicação do NanoFat deve considerar expectativas, condições clínicas e alternativas disponíveis.
Milton Seigi Hayashi demonstra que a consulta é o momento ideal para esclarecer dúvidas, entender limitações e construir um plano de tratamento realista, baseado em critérios técnicos e no bem-estar do paciente. Ao ter uma comunicação clara e de qualidade o paciente se sente confiante que será uma operação com qualidade e garantia.
Informação como parte da decisão consciente
Buscar informação antes de optar por qualquer procedimento é fundamental para uma decisão segura e tranquila. Entender como funciona a técnica, quais resultados esperar e quais cuidados são necessários faz parte de um processo responsável de escolha.
Assim como frisa e considera o médico cirurgião plástico, Milton Seigi Hayashi, quanto mais informado o paciente está, mais preparado ele se encontra para participar ativamente do planejamento do próprio tratamento, aumentando as chances de uma experiência positiva e satisfatória.
Autor: Thomas Hay